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17.09.2021

Com ações voltadas ao produtor rural, Sistema Famasul contribui para o avanço de MS como estado carbono neutro

Técnicas como plantio direto, manejo de pastagens e integração lavoura pecuária floresta fazem de Mato Grosso do Sul um modelo nas ações voltadas à mitigação de gases de efeito estufa. Com ações de educação, meio ambiente e assistência técnica no campo, o Sistema Famasul tem contribuído com o avanço de MS como estado carbono neutro.

“O carbono é um dos elementos mais importantes na natureza e existem várias práticas que fazem com que se acumule carbono para que ele não fique disponível na atmosfera. O estímulo a essa práticas nos leva ao que chamamos sequestro de carbono, temos o que se chama de sequestro de carbono”, explica o consultor técnico do Sistema Famasul, Clóvis Tolentino, a respeito do processo de retirada de gás carbônico da atmosfera.

Nesse sentido, segundo o analista, o agronegócio sul-mato-grossense é referência nas ações de sustentabilidade, incluindo a redução de carbono.

“Em Mato Grosso do Sul temos vários exemplos dessas boas práticas. Quase a totalidade do nosso cultivo de grãos é feita com plantio direto. O estado é líder em integração agricultura, pecuária e floresta. Também percebemos isso no montante de florestas plantadas, no espaço ocupado por uma pecuária mais intensiva, em que se tem manejo de pastagens”, detalha.

Essas ações acabam tendo um resultado positivo para o meio ambiente e também para o bolso do produtor rural.

“Para o produtor rural essa é uma boa oportunidade de promover mais ganhos. Temos, por exemplo, a carne bovina, que já é comercializada nessa modalidade de carbono neutro e tem um valor melhor. É uma modalidade já consolidada e testada, que traz um valor agregado ao produto”, diz.

O Sistema Famasul, por meio da Assistência Técnica e Gerencial, dos cursos do Senar MS, e dos eventos técnicos, palestras, capacitações e ações educacionais, tem contribuído para o avanço de práticas sustentáveis que estimulem Mato Grosso do Sul a atingir a meta de se tornar estado carbono neutro até 2030.

“A instituição está ajudando muito nessa transformação. Levamos essa informação para que o produtor rural possa fazer ajustes e adotar uma produção com menor emissão de carbono. Fazer parte desse momento é realmente uma oportunidade muito gratificante. Com isso ganha o produtor, ganha a sociedade e ganha o nosso planeta”, finaliza Clóvis.

*Artigo publicado originalmente no portal Famasul

Comunicação GTPS

Flávia Feris

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