Carne Sustentável do Pantanal

Local
  • Mato Grosso do Sul
    Pantanal - Anastácio, Aquidauana, Campo Grande, Corumbá; Coxim, Miranda; Porto Murtinho, Corguinho, Rochedo, Sonora, Rio Negro; e Rio Verde
  • Sobre a iniciativa

    Instituição Responsável
    Público-alvo
  • Pecuarista individual
  • Atores da cadeia de produção
  • outro1
    outro2
  • Tipo de pecuária
    Corte
    Sistema de avaliação
  • GIPS-GTPS
  • Protocolo Customizado
  • Transparência
  • Relatórios em website
  • A ABPO tem a Missão de fomentar a agregação de valor ao produto de seus associados, e para cumprir seus objetivos assumiu a coordenação da Cadeia Produtiva da Carne Orgânica e Sustentável do Pantanal, ambas certificadas, atuando no desenvolvimento de parcerias para industrialização, logística e vendas da Carne Orgânica e da Carne Sustentável do Pantanal.

    O Projeto Carne Sustentável no Pantanal tem por objetivos construir padrões auditáveis para qualificação e certificação de propriedades Pantaneiras, seguindo critérios socioambientais e boas práticas produtivas,  além de desenvolver um modelo de cadeia de valor da carne bovina sustentável, que possa contribuir para disseminação do conceito e da prática da pecuária sustentável no Mato Grosso do Sul e no Brasil.

    O “Protocolo de Carne Sustentável”, desenvolvido pela Associação Brasileira de Produtores Orgânicos, com apoio do WWF-Brasil e do GTPS, inova ao ser o primeiro do país a inserir a conservação ambiental numa certificação de raças bovinas.

    A ABPO, entidade criada por um grupo de pecuaristas pantaneiros em 2001, tem atualmente 15 produtores e um rebanho de 80 mil animais com certificação orgânica e sustentável. O abate semanal gira em torno a 200 animais.

    Pecuaristas que decidirem aderir deverão adotar boas práticas produtivas, como por exemplo: ajuste de lotação de pastagens para evitar a compactação, perda de nutrientes e desequilíbrio do solo; realização de curvas de nível em propriedades da região do planalto que realizarem a terminação dos animais; utilização de pastagens nativas do Pantanal; proteção dos recursos hídricos e recuperação de áreas degradadas.

    O bem-estar animal é uma preocupação em todas as fases do processo produtivo; além disso, está garantida a rastreabilidade de toda a cadeia produtiva (desde nutricionais, manejo, transporte, abate e processamento) e a padronização dos processos.

    Todos os animais têm identificação individual e o sistema recebe informações como ano em que nasceu, raça, fazenda, tipo de nutrição, intervenções. Os produtores que aderem ao Protocolo utilizam o Guia de Indicadores da Pecuária Sustentável – GIPS do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável – GTPS.

    O “Protocolo da carne sustentável” está depositado na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), é fiscalizado pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA).A iniciativa tem certificação do Instituto Biodinâmico (IBD) e a Korin como principal distribuidora no mercado nacional.

    Principais números

    Número de produtores engajados
    37 produtores
    Rebanho total atendido
    350 mil cabeças
    Abate semanal
    1300 cabeças

    Principais Parceiros

    ABPO
    Executor
    Wessel
    Executor
    Embrapa Pantanal
    Parceiro
    Embrapa Gado de Corte
    Parceiro
    Korin
    Parceiro
    Malunga
    Parceiro
    Frigorífico Boibras
    Parceiro
    Naturafrig
    Parceiro
    Bio Carnes
    Parceiro
    GTPS
    Parceiro
    WWF
    Parceiro
    IBD
    Parceiro

    Veja também

    * Toda informação prestada no site é validada e atualizada periodicamente com o responsável pela iniciativa. O GTPS não se responsabiliza pela veracidade das informações.